Presidente de instituto apresenta resultado da pesquisa sobre Mapeamento dos Saberes e Fazeres Artísticos e Culinários da Banana de Corupá

por adm publicado 18/08/2021 15h29, última modificação 18/08/2021 15h29

          Strudel de banana, banana caramelizada, bolinho de banana, bala de banana, sopa doce de banana, banana passa, farinha de banana verde e madura, geleia de banana, banana chips, nhoque de banana, são alguns exemplos do que é produzido em Corupá, tendo como matéria-prima a banana. Estes foram alguns dos produtos relacionados na pesquisa do Mapeamento dos Saberes e Fazeres Artísticos e Culinários da Banana de Corupá, destacados por Roseli Siewert, presidente do Instituto Catarina Brasilis, durante a sessão da Câmara de Vereadores nesta segunda-feira (16), quando apresentou o resultado da pesquisa, que levou um ano para ser feita.

          O projeto foi um prêmio do edital Elisabete Anderle, de estímulo à cultura, edição de 2019, categoria Patrimônio Cultural Imaterial, da Fundação Catarinense de Cultura, e o Instituto recebeu R$ 15 mil para realizar o trabalho. Projeto previa a entrega de três produtos pelo Instituto: mapeamento das possibilidades do patrimônio imaterial:  20 itens (16 alimentos, 1 bebida, 2 artesanato e cultivo da banana); vídeo sobre a tradição da cultura da banana em Corupá, mostrando produtos da fruta, empresas e pessoas; e o Museu da Banana, que já existe legalmente desde 2019, inclusive com site, faltando estrutura material (prédio).

          Conforme Roseli, o novo desafio agora é registrar alguns dos produtos que usam a banana como matéria prima, dando mais visibilidade e conhecimento a todos das delícias produzidas em Corupá, que é a Capital Catarinense da Banana e tem o selo de Banana mais Doce do Brasil. A presidente do Instituto diz que o trabalho é a continuidade das tradições, do conhecimento passado de geração a geração. “A gente chega a conclusão que tem muito a se trabalhar ainda na cidade”, conclui.

 

Patrimônio Imaterial

Os bens culturais de natureza imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas). http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/234.

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